Terceiro dia de experimento com dicotiledônea e monocotiledônea
sexta-feira, 13 de abril de 2012
EXPERIMENTO 2. Movimentos vegetais em milho
EXPERIMENTO 2. Movimentos vegetais em milho
Muitas
atividades dos vegetais são comandadas pela ação de hormônios ou
fitormônios, que determinam o crescimento e o desenvolvimento dos
vegetais.
O crescimento do vegetal corresponde ao aumento do número de células, aumento do volume celular e da própria massa do vegetal. Alguns tipos de movimentos dos vegetais estão relacionados com seu crescimento.
O desenvolvimento do vegetal está relacionado com o aparecimento de novas características e de estruturas que desempenham funções específicas como raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos.
Muitas atividades dos vegetais são comandadas pela ação de hormônios ou fitormônios, que determinam o crescimento e o desenvolvimento dos vegetais.
O crescimento do vegetal corresponde ao aumento do número de células, aumento do volume celular e da própria massa do vegetal. Alguns tipos de movimentos dos vegetais estão relacionados com seu crescimento.
O desenvolvimento do vegetal está relacionado com o aparecimento de novas características e de estruturas que desempenham funções específicas como raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos.
Fototropismo
Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz, podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da concentração do hormônio auxina.
O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto que a raiz apresenta fototropismo negativo.
Geotropismo
Movimento orientado pela força da gravidade. O caule responde com geotropismo negativo e a raiz com geotropismo positivo, dependendo da concentração de auxina nestes órgãos.
O crescimento do vegetal corresponde ao aumento do número de células, aumento do volume celular e da própria massa do vegetal. Alguns tipos de movimentos dos vegetais estão relacionados com seu crescimento.
O desenvolvimento do vegetal está relacionado com o aparecimento de novas características e de estruturas que desempenham funções específicas como raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos.
Muitas atividades dos vegetais são comandadas pela ação de hormônios ou fitormônios, que determinam o crescimento e o desenvolvimento dos vegetais.
O crescimento do vegetal corresponde ao aumento do número de células, aumento do volume celular e da própria massa do vegetal. Alguns tipos de movimentos dos vegetais estão relacionados com seu crescimento.
O desenvolvimento do vegetal está relacionado com o aparecimento de novas características e de estruturas que desempenham funções específicas como raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos.
Fototropismo
Movimento orientado pela direção da luz. Existe uma curvatura do vegetal em relação à luz, podendo ser em direção ou contrária a ela, dependendo do órgão vegetal e da concentração do hormônio auxina.
O caule apresenta um fototropismo positivo, enquanto que a raiz apresenta fototropismo negativo.
Geotropismo
Movimento orientado pela força da gravidade. O caule responde com geotropismo negativo e a raiz com geotropismo positivo, dependendo da concentração de auxina nestes órgãos.
Material sugerido:
- Frascos de vidro de conserva
- Papel alumínio
- Papel toalha
- Caneta de retroprojetor
- Fita crepe
- Sementes de milho
- Frascos de vidro de conserva
- Papel alumínio
- Papel toalha
- Caneta de retroprojetor
- Fita crepe
- Sementes de milho
Objetivo sugerido:
Observar os movimentos em plântulas de milho
Observar os movimentos em plântulas de milho
Procedimento sugerido:
- Condicione 20 sementes de milho nos frascos de vidro, preenchendo com papel toalha.
- Molhe bem e acrescente o papel alumínio como tampa.
- Identifique e verifique o resultado após uma semana
- Esquematize o movimento vegetal apresentado pelas plântulas de milho.
- Condicione 20 sementes de milho nos frascos de vidro, preenchendo com papel toalha.
- Molhe bem e acrescente o papel alumínio como tampa.
- Identifique e verifique o resultado após uma semana
- Esquematize o movimento vegetal apresentado pelas plântulas de milho.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
III DIA DE GERMINAÇÃO
No terceiro dia de experimento, como visto nas imagens, o estágio de germinação da semente de feijão já está mais avançado e em algumas sementes de milho a radícula começa aparecer.
II DIA DE GERMINAÇÃO
DORMÊNCIA E GERMINAÇÃO – SEMENTE SEM DORMÊNCIA
Experimento 1
Comparando a germinação de uma
dicotiledônea e uma monocotiledônea
As
sementes que não possuem dormência iniciam o processo de germinação assim que
são colocadas em condições de umidade, temperatura e oxigenação. As sementes de
milho e feijão, por exemplo, fazem parte desse grupo.
Os
principais fatores que afetam a germinação são a luz, a temperatura,
disponibilidade de água e oxigênio. A capacidade germinativa possui limites de
temperatura variando de espécie para espécie.
A
absorção da água pode ser mais rápido ou mais lenta dependendo da espécie,
número de poros distribuídos sobre a superfície do tegumento da semente,
disponibilidade de água, temperatura, qualidade fisiológica da semente e outros
fatores.
O
fator mais influente no processo de germinação é a água. A absorção possibilita
a reidratação dos tecidos, intensifica a respiração e as outras atividades
metabólicas necessários no fornecimento de energia e nutrientes para o
crescimento do eixo embrionário. Já o excesso de umidade provoca decréscimo na
germinação, pois impede a penetração do oxigênio e diminui o processo
metabólico.
Material utilizado
Sementes de feijão;
Sementes de milho;
Copos plásticos descartáveis
transparentes;
Algodão;
Água.
Objetivo
Comparar o processo de
germinação do feijão(dicotiledônea) e do milho(monocotiledônea).
Procedimentos
Foram colocados 10
copos com algodão molhado, 5 dos quais contendo 1 semente de feijão e os outros
5 com 1 semente de milho;
Todas as sementes foram
colocadas na superfície do algodão para ficar visíveis e nas mesmas condições
ambientais.
Responsáveis
Cleidiana, Leomar, José
Roque
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Resultado: Maturação de frutos de bananas
As banana verdes que foram embrulhadas juntas, no dia seguinte continuaram verdes, já a banana madura embrulhada com a banana verde, a verde amadureceu.
Quando embrulhamos os chamados frutos climatéricos, frutos que amadurecem ainda fora do pé no caso da banana, estarão concentrando o hormônio ao redor dos mesmos e estimulando assim o processo de amadurecimento. Quando o fruto sofre alguma injúria, a produção do Etileno também é estimulada, da mesma forma acontece quando colocamos frutos maduros junto de frutos verdes, por exemplo: se colocarmos uma banana madura junto de uma banana verde, esta irá amadurecer mais rápido. O etileno ao ser libertado por uma fruta induz o amadurecimento de outra nas proximidades.
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